Investir em um plano de saúde tornou-se uma realidade das classes mais elevadas financeiramente, nos últimos tempos. No entanto, principalmente após a crise financeira vivida pelo país, muitos começaram a se questionar se vale a pena manter o contrato com operadoras de saúde.

Enquanto o valor das mensalidades aumenta, muitos descredenciamentos com hospitais têm ocorrido e deixado os contratantes preocupados, afinal, por que investir em um plano de saúde se o serviço pode não ser o esperado?

Além disso, quantas vezes acabamos indo ao médico por mês? Por ano? Poucas, ainda mais quando somamos o valor total anual do que foi gasto com os planos de saúde.

Algumas pessoas se questionam, cada vez mais, se em vez de pagar a mensalidade de um plano não vale mais a pena aplicar o dinheiro e, em caso de emergência, utilizá-lo. No entanto, é preciso lembrar que procedimentos médicos custam caro e o dinheiro reservado pode, muitas vezes, não ser suficiente.

Contudo, é possível adequar o valor da mensalidade às suas necessidades de acordo com o tipo de plano contratado. Conheça, abaixo, alguns tipos de planos:

  • Plano de referência: é o plano mais completo e, por conseguinte, custa mais ao bolso. Garante cobertura a grande parte dos procedimentos oferecidos por um hospital ou clinica médica;
  •  Plano ambulatorial: é o plano mais simples. Ele assegura cobertura a consultas, procedimentos ambulatoriais, internação e cirurgias, além de tratamentos de hemodiálise, quimioterapia e radioterapia. Contudo, podem existir restrições de acordo com cada operadora.
  • Hospitalar: além da cobertura básica, o plano conta com internação hospitalar em quarto comum ou em UTI, sem limite de prazos. Também cobre toda a equipe médica durante a internação.
  • Hospitalar com obstetrícia: além da cobertura hospitalar, inclui parto, pré-natal, assistência às crianças recém-nascidas e possíveis complicações pós-parto.

<h2> Crianças e idosos </h2>

Especialistas indicam, geralmente, que crianças e idosos tenham plano de saúde, pois, apesar de serem planos mais caros, as doenças aparecem com maior frequência nessas idades.

É claro que muitos não podem arcar com os custos de um plano de saúde, mas, se possível, indica-se que, nesses casos, seja feito um esforço maior para arcar com o investimento de planos ideais voltados à idade infantil e terceira idade.

<h2> Conclusão </h2>

Caso seja possível arcar com o preço de um plano de saúde, principalmente para crianças e idosos, vale, sim, o investimento. Em um país onde o Sistema Único de Saúde (SUS) funciona com agendamentos de seis meses de antecedência e as Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s) estão quase sempre lotadas, proporcionar a si e à família um plano é válido.

Contudo, é necessário avaliar qual é o plano adequado às suas necessidades e contratar, de preferência, uma seguradora de saúde para prestar consultoria no assunto. Caso tenha interesse em contratar um plano de saúde, converse antes conosco. Para outras informações, ligue para a gente.

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